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Actualidade
- Notícias Breves
FFESAHT AVANÇOU COM REIVINDICAÇÕES
AO PATRONATO DO SECTOR, PARA 2010
Um aumento salarial de 2% reais
acima da inflação e com um mínimo de 35 €, tendo em conta a produtividade,
a perda de poder de compra e aproximação à média Europeia dos 15; A melhoria dos horários de trabalho, o combate sério à
precariedade laboral; regime de férias, carreiras profissionais, a defesa
do emprego; formação profissional, saúde e segurança no trabalho são outras
tantas matérias que apresentamos ao Patronato; Para alcançar melhorias nas
condições de trabalho é preciso a unidade e luta de todos, por isso, desde
já se apela aos trabalhadores nesse sentido. 
A nossa luta tem de ser executada
com firmeza e confiança pois apesar de todas as vicissitudes, malefícios da
crise gerada pelo capitalismo em seu próprio proveito e a ofensiva
legislativa contra os nossos direitos é possível e há condições para termos
melhores condições de trabalho e de vida e vivermos numa sociedade mais
digna, fraterna, solidária e humana.
Com organização, unidade e coragem
vamos conseguir. Luta pelos teus direitos, dá mais força aos sindicatos.
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PELA LUTA, ATINGIREMOS OS NOSSOS OBJECTIVOS
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A luta que os trabalhadores
portugueses, incluindo os do sector, têm vindo a travar e vão continuar a
fazê-lo corajosamente em defesa dos seus direitos e interesses, tem sido, e
é, a muralha que melhor os defende dos ataques anti-sociais persistentes
mais perniciosos que continuam a ser levados a efeito pelo patronato com a
cobertura constante do actual executivo minoritário governamental que actua
no seu melhor dentro do desprezo que sente por quem trabalha e pelos
direitos que conquistaram através da luta.
Sem paragens e com uma grande
força mediática, os trabalhadores mantêm-se confrontados com um enorme
conjunto de problemas e novos conceitos de camuflagem tais como crise,
activos tóxicos, bad banks que de repente ficam sem os milhões dos seus
clientes, mentiras descaradas e um pantanal de corrupções, projectos
megalómanos para servir o capital e outras medidas que não atacam o cerne
da verdadeira origem do caótico que se vai vivendo, mas antes, visam
desculpabilizar, descriminalizar e revitalizar o sistema capitalista caduco
na sua essência mais selvagem, corrupta, exploradora e de repressão sobre
os trabalhadores.
Hoje temos designadamente mais
desemprego, mais salários em atraso, mais encerramentos ilegais das
empresas, pior justiça, mais degradação do ensino, menos e piores serviços
públicos essenciais, reformas e pensões que tendem (pelas politicas
praticadas) a ser cada vez mais exíguas e miseráveis, salários baixos mas
em contrapartida, indemnizações, salários faustosos, empregos de qualidade
e reformas douradas para aqueles que (curiosamente), prejudicando o país e
a economia são fieis servidores em qualquer lugar dos desígnios
maquiavélicos do sistema capitalista e descarados executores das politicas
neo-liberais a grande bandeira do governo PS/Sócrates. Crise, então qual
crise? E para quem?
Não fora a muralha da luta dos
trabalhadores e do povo em geral e tudo seria bem pior e se calhar pouco ou
nada restaria levado na avalanche da opulência do oportunismo da luxúria e
da ganância reinantes.
Só organizados, unidos e
confiantes vamos manter e conquista mais direitos, mais dignidade e
melhores condições de vida e de trabalho.
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